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Artigo Científico: Efeitos terapêuticos da suplementação de vitaminas em pacientes com endometriose

A endometriose afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva, é uma condição inflamatória crônica dependente de estrogênio, caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio fora da cavidade uterina. 

Os principais sintomas incluem dismenorreia, dor pélvica crônica, dispareunia e infertilidade, frequentemente associados a impacto significativo na qualidade de vida.

A fisiopatologia da doença ainda não é completamente elucidada, mas existe desregulação da sinalização estrogênica, resistência à progesterona, inflamação crônica, estresse oxidativo e alterações na resposta imune. 

Embora o tratamento envolva principalmente terapias hormonais e cirurgia, essas abordagens podem apresentar limitações relacionadas a efeitos adversos e recorrência da doença.

Por isso, a suplementação de propriedades antioxidantes e imunomoduladoras, como as vitaminas D, C e E, têm sido investigada como terapia adjuvante capaz de modular vias fisiopatológicas. 

  • Metodologia:

A pergunta de pesquisa buscou avaliar se a suplementação em comparação com placebo ou tratamento padrão, reduz a dor relacionada à endometriose e os níveis de biomarcadores inflamatórios e de estresse oxidativo, além de possíveis efeitos sobre desfechos de fertilidade. A se restringiu a ensaios clínicos randomizados, publicados em inglês, 5639 registros foram identificados e 7 atenderam aos critérios de inclusão.

  • Efeitos da Vitamina D:

A vitamina D tem sido investigada em ensaios clínicos randomizados em mulheres com endometriose utilizando diferentes esquemas de suplementação, incluindo doses elevadas (50.000 UI semanais ou quinzenais) e doses diárias menores, como 2000 UI.

Ensaios que utilizaram doses elevadas de vitamina D observaram redução da dor pélvica, diminuição da proteína C-reativa ultrassensível e aumento da capacidade antioxidante total, após cerca de 12 semanas de intervenção. Também foram descritas alterações em vias moleculares associadas à progressão da doença, como redução da proteína β-catenina ativa no tecido endometrial.

Fonte: Int. J. Mol. Sci. 202627(3), 1476; https://doi.org/10.3390/ijms27031476

Por outro lado, resultados menos consistentes foram observados com doses menores ou em contextos específicos. Em um estudo com 2000 UI diárias por seis meses, a redução da dor foi semelhante à observada no grupo placebo, e a suplementação após cirurgia laparoscópica não demonstrou benefício adicional significativo.

Assim, embora alguns ensaios indiquem efeitos favoráveis sobre dor e marcadores inflamatórios, os resultados permanecem heterogêneos. Diferenças nos esquemas de dose, duração do tratamento e características das participantes, além da ausência de avaliação do status basal de vitamina D em muitos estudos, ainda limitam conclusões definitivas sobre seu papel no manejo da endometriose.

  • Impactos de vitaminas antioxidantes, C e E:

As vitaminas C e E atuam como antioxidantes, neutralizando espécies reativas de oxigênio e reduzindo a peroxidação lipídica, processos envolvidos na inflamação e na dor. A ação conjunta ocorre porque a vitamina E atua como antioxidante lipossolúvel nas membranas celulares, enquanto a vitamina C regenera sua forma ativa, prolongando a ação antioxidante.

A suplementação combinada, 1000 mg/dia de vitamina C e 800 UI/dia vitamina E por 8 a 12 semanas, apresenta potencial de reduzir marcadores de estresse oxidativo e mediadores inflamatórios no líquido peritoneal.

Também há melhora nos sintomas de dor, com reduções de aproximadamente 43% na dor pélvica diária, 37% na dismenorreia e 24% na dispareunia. Apesar desses resultados, os efeitos sobre desfechos de fertilidade permanecem incertos.

Fonte: Int. J. Mol. Sci. 202627(3), 1476; https://doi.org/10.3390/ijms27031476
  • Discussão dos mecanismos de ação:

Na endometriose há desregulação da sinalização estrogênica, resistência à progesterona, inflamação crônica, estresse oxidativo e alterações na resposta imune, processos que favorecem a persistência e a progressão das lesões.Por isso, faz sentido que essas vitaminas tenham atuação importante nessa doença.

A vitamina D pode exercer efeitos moduladores devido os receptores presentes em células endometriais e do sistema imunológico. Há redução na produção de citocinas pró-inflamatórias, como IL-6 e TNF-α, e modulação das vias de sinalização associadas à proliferação e invasão celular.

Já as vitaminas C e E atuam principalmente como antioxidantes, neutralizando espécies reativas de oxigênio e reduzindo a peroxidação lipídica, mecanismos relacionados à amplificação da inflamação e da dor. Ensaios clínicos que avaliaram a suplementação combinada dessas vitaminas observaram reduções em marcadores de estresse oxidativo e em citocinas inflamatórias.

  • Limitações importantes:

Apenas sete ensaios clínicos randomizados atenderam aos critérios de inclusão, e a maioria contou com tamanhos amostrais reduzidos. A heterogeneidade entre as formulações de vitaminas suplementadas, as dosagens, a duração do tratamento, os grupos controle e os desfechos avaliados impossibilitou a realização de uma meta-análise formal, além de limitar a comparação direta entre os estudos.

Futuras pesquisas devem contornar tais limitações, considerando desfechos como dor, qualidade de vida, biomarcadores relevantes e marcadores de fertilidade. Além disso, a estratificação dos dados segundo o status basal de vitaminas, a gravidade da doença e a presença de tratamentos hormonais ou cirúrgicos concomitantes pode ser fundamental para esclarecer quais subgrupos de mulheres com endometriose têm maior probabilidade de se beneficiar da suplementação.

  • Conclusões:

Ensaios clínicos randomizados sugerem que as vitaminas D, C e E podem reduzir a dor relacionada à endometriose e marcadores de estresse oxidativo. Já as evidências quanto aos desfechos de fertilidade ainda são limitadas e inconclusivas.

Considerando as limitações citadas, a suplementação vitamínica pode ser uma abordagem coadjuvante, com potencial benefício para os principais sintomas em mulheres com endometriose. No entanto, evidências mais robustas ainda são necessárias antes que recomendações clínicas mais firmes possam ser estabelecidas.

Confira o artigo na íntegra: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41683896/

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Parte II – Posicionamento: Saúde Cardiometabólica ao Longo do Ciclo de Vida da Mulher

Os distúrbios cardiometabólicos são responsáveis por grande parte da taxa de morbimortalidade entre as mulheres brasileiras. São eles: obesidade e síndrome metabólica, diabetes mellitus tipo 2, doença hepática esteatótica metabólica (DHEM) e doença renal crônica (com destaque para a doença renal diabética). Sabia que há diferenças importantes entre homens e mulheres que apresentam as mesmas condições clínicas?

Além disso, condições como síndrome dos ovários policísticos, ganho excessivo de peso na gestação, complicações hipertensivas e menopausa precoce adicionam camadas de complexidade ao risco cardiometabólico feminino. Reconhecer os impactos dessas condições é essencial para a prevenção, rastreamento e intervenções nutricionais. Confira como cada fase de vida da mulher gera marcas no risco cardiometabólico!

1. Cardiometabolismo no período infanto-juvenil:

A puberdade e a adolescência constituem fases sensíveis para a programação metabólica. Alterações no timing puberal, como uma menarca precoce ou tardia, estão associadas com maior risco futuro de obesidade, dislipidemia, diabetes e eventos cardiovasculares.

Irregularidades menstruais persistentes durante a adolescência devem ser consideradas sinais de alerta, pois podem refletir resistência à insulina e predisposição para síndromes endócrinas, como a SOP, por exemplo. Por isso, a importância de uma avaliação clínica abrangente que inclua histórico menstrual, biomarcadores inflamatórios, HOMA-IR, perfil lipídico e composição corporal.

A relação com transtornos alimentares nessa fase é bidirecional: o excesso de peso eleva o risco de bulimia e compulsão alimentar, enquanto esses quadros favorecem ganho adicional de peso, intensificando as repercussões cardiometabólicas.

2. Risco cardiometabólico e idade reprodutiva:

Condições inflamatórias crônicas, como a endometriose e psoríase, também elevam o risco cardiovascular. Essas condições, geralmente, estão associadas à alterações de biomarcadores inflamatórios, hipertensão arterial, ocorrência de doença coronariana e acidente vascular cerebral (AVC).

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é um dos principais marcadores de risco cardiometabólico na idade reprodutiva. Essa condição está associada com obesidade central, resistência à insulina, dislipidemia aterogênica, apneia do sono, aterosclerose precoce, maior prevalência de depressão e doença hepática esteatótica metabólica.

A infertilidade e seus tratamentos também influenciam o risco cardiometabólico no futuro. Técnicas de estimulação ovariana podem aumentar a ocorrência de tromboembolismo, pré-eclâmpsia e outras complicações metabólicas, com repercussões que podem se prolongar por anos.

Há adaptações fisiológicas na gestação, como a resistência insulínica, alterações inflamatórias e dislipidemia gestacional, que ampliam o risco materno e fetal, o qual se estende ao pós-parto se houver manutenção do perfil lipídico alterado. Já a lactação, quando acontece, exerce um efeito protetor para a saúde da mulher.

3. Impactos da transição menopausal, menopausa e pós-menopausa:

A queda progressiva do estradiol amplifica adiposidade abdominal, aumenta a resistência à insulina e favorece a elevação do colesterol LDL, triglicerídeos e pressão arterial. Assim, com a chegada da menopausa há maior predisposição para aterosclerose, DM2 e disfunção endotelial.

Mulheres com menopausa precoce (40–45 anos), ou insuficiência ovariana prematura (<40 anos), apresentam risco ainda maior para eventos cardiovasculares, incluindo doença isquêmica do coração e AVC antes dos 60 anos. A literatura demonstra associação consistente entre menopausa precoce e mortalidade cardiovascular.

A terapia hormonal da menopausa tem papel limitado nesse cenário e não deve ser utilizada para prevenção primária ou secundária para distúrbios cardiometabólicos. A implantação de testosterona, ou combinações hormonais sem evidências, também não são recomendadas devido ao risco desconhecido de efeitos cardiovasculares e oncológicos.

Intervenções nutricionais práticas:

A nutrição ocupa lugar central na prevenção e manejo dos distúrbios cardiometabólicos ao longo da vida da mulher. Protocolos focados em reduzir carboidratos simples e gorduras saturadas, aumentar o consumo de fibras e adotar padrões alimentares como dieta mediterrânea demonstram eficácia na melhora da glicemia, do perfil lipídico e da resistência à insulina.

O posicionamento reforça a importância de estratégias individualizadas, respeitando a cultura alimentar, preferências regionais e condições socioeconômicas. O acompanhamento no longo prazo aumenta a adesão no tratamento e garante resultados clínicos mais duradouros.

O posicionamento deixa claro que a intervenção nutricional é muito importante. Seguir um padrão alimentar saudável, de forma consistente, auxilia na perda de peso ponderal, melhora os biomarcadores inflamatórios e colabora para a prevenção de doenças cardiovasculares.

Leia o resumo anterior sobre o tema: https://blog.allivici.com/index.php/2025/11/18/posicionamento-saude-cardiometabolica-ao-longo-do-ciclo-de-vida-da-mulher/

Confira o documento na íntegra: https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-a-saude-cardiometabolica-ao-longo-do-ciclo-de-vida-da-mulher-2025/

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Posicionamento: Saúde Cardiometabólica ao Longo do Ciclo de Vida da Mulher

Introdução

A saúde cardiometabólica da mulher é influenciada por uma combinação de fatores biológicos, hormonais e comportamentais que se modificam ao longo da vida. O posicionamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia destaca justamente marcadores importantes em cada período: puberdade, gestação, puerpério e menopausa.

Esses períodos representam mudanças profundas no metabolismo, no perfil inflamatório e na regulação hormonal. Inclusive, essas marcas podem gerar vulnerabilidades que se acumulam com o passar dos anos.

Por isso, compreender esses ciclos é essencial para identificar riscos mais precocemente e implementar estratégias de individualizadas de cuidado.

Implicações da inflamação no sistema cardiovascular

A inflamação é um mecanismo-chave no desenvolvimento das doenças cardiovasculares femininas. Processos inflamatórios persistentes, mesmo que discretos, podem desencadear disfunção endotelial, reduzir a capacidade de vasodilatação e favorecer a formação de placas ateroscleróticas.

Esse cenário pode ser intensificado por eventos específicos do ciclo de vida, como complicações gestacionais, que ampliam o estado inflamatório sistêmico e aumentam o risco cardiometabólico no futuro. Assim, a inflamação passa a ser um elo central entre eventos reprodutivos e desfechos cardiovasculares futuros.

Impacto dos esteroides sexuais na saúde cardiometabólica

Os esteroides sexuais exercem papel determinante na proteção cardiovascular feminina. Durante a vida reprodutiva, o estrógeno contribui para o equilíbrio lipídico, melhora a sensibilidade à insulina, favorece a vasodilatação e atenua processos inflamatórios.

Contudo, as flutuações hormonais reduzem essas defesas, principalmente com a queda progressiva desses hormônios na transição da menopausa. A diminuição do estrógeno favorece o acúmulo de gordura central, aumenta a resistência à insulina e eleva os níveis de lipoproteínas aterogênicas, configurando um terreno mais propício para o surgimento de doenças cardiometabólicas.

Indicadores de saúde cardiometabólica

Além dos marcadores clínicos clássicos, como glicemia, pressão arterial e perfil lipídico, o posicionamento reforça que características reprodutivas devem ser reconhecidas como indicadores adicionais de risco. A avaliação do ciclo menstrual possa ser usada como um sinal vital adicional na investigação do estado geral de saúde das mulheres.

História de diabetes ou hipertensão gestacional, parto prematuro, síndrome dos ovários policísticos, menopausa precoce e alterações menstruais recorrentes são exemplos de eventos que refletem disfunções metabólicas subjacentes.

Quando integrados à avaliação de rotina, esses indicadores permitem identificar mulheres com maior risco cardiovascular e orientar intervenções preventivas com mais precisão. Alguns biomarcadores importantes a serem considerados: perfil lipídico, glicemia e hemoglobina glicada, proteína C reativa, fibrinogênio, homocisteína e adipocinas.

No próximo texto abordaremos sobre os próximos capítulos desse posicionamento! Confira na íntegra: https://abccardiol.org/article/posicionamento-sobre-a-saude-cardiometabolica-ao-longo-do-ciclo-de-vida-da-mulher-2025/

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Artigo Científico: Efeito de intervenção nutricional nos sintomas psicológicos da síndrome pré-menstrual

A síndrome pré-menstrual (SPM) afeta quase metade (48%) da população mundial feminina em idade reprodutiva. Já a Síndrome disfórica pré-menstrual (SDPM), acomete até 8% das mulheres, apresentando sintomas emocionais mais intensos e recorrentes. Esses distúrbios podem ocasionar prejuízos à qualidade de vida, ao desempenho no trabalho ou nos estudos, além de custos indiretos significativos.

Os tratamentos convencionais envolvem anticoncepcionais hormonais, por vezes combinados com antidepressivos, para amenizar sintomas emocionais, principalmente inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). Muitas abordagens também envolvem ansiolíticos, diuréticos e analgésicos.

Contudo, muitos desses tratamentos apresentam efeitos adversos ou resposta limitada em algumas mulheres, o que tem motivado a busca por alternativas complementares e menos invasivas. Assim, estratégias como mudanças no estilo de vida, prática regular de atividade física e manejo do estresse vêm sendo cada vez mais incorporadas aos protocolos de tratamento.

Da mesma forma, há crescente interesse em intervenções nutricionais como parte do tratamento. Porém, ainda existem lacunas no meio científico sobre o efeito de alimentos ou suplementos para os sintomas psicológicos da SPM (humor deprimido, irritabilidade, ansiedade ou alterações comportamentais).

Por isso, o estudo em questão teve como objetivo conduzir uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados para avaliar os efeitos de intervenções nutricionais nos sintomas psicológicos da SPM em mulheres em idade reprodutiva.

Metodologia

Foram realizadas buscas em cinco bases de dados, por ensaios clínicos randomizados (ECRs) em inglês publicados desde 2022, com análise de intervenções nutricionais em mulheres em idade fértil para mensuração de desfechos psicológicos associados à SPM. A triagem, extração de dados e avaliação de risco de viés foram conduzidas por três revisores independentes, utilizando o instrumento Cochrane Risk of Bias 2.

Resultados e Discussão

A busca resultou em 32 artigos, envolvendo 3.254 participantes com idades entre 15 e 50 anos. As intervenções que apresentaram efeitos consistentes e positivos sobre os sintomas psicológicos da SPM foram: suplementação com vitamina B6 (≥ 50 mg/dia), cálcio (≥ 1000 mg/dia) e zinco (≥ 30 mg/dia).

Por outro lado, as evidências foram insuficientes ou inconsistentes para vitamina B1, vitamina D, carboidratos integrais, isoflavonas de soja, ácidos graxos alimentares, magnésio, multivitamínicos ou dietas específicas para SPM. É importante destacar que apenas um estudo foi classificado com baixo risco de viés.

Oscilações hormonais no ciclo menstrual interagem com neurotransmissores e impactam em mecanismos de estresse oxidativo e inflamação, o que pode exacerbar sintomas emocionais na SPM. A suplementação de cálcio e zinco pode auxiliar via modulação de neurotransmissores e redução de estresse oxidativo, enquanto a vitamina B6 exerce papel como cofator na síntese de GABA, com potenciais efeitos ansiolíticos.

Contudo, algumas limitações precisam ser indicadas: a heterogeneidade entre os estudos (principalmente de dose e duração dos estudos), há muitas publicações com risco de viés elevado, além da impossibilidade de realizar uma meta-análise combinada devido à variabilidade metodológica.

Conclusão

Este trabalho reforça que existem evidências de que nutrientes podem melhorar os sintomas psicológicos associados à SPM em mulheres em idade reprodutiva, com destaque para vitamina B6, cálcio e zinco.

Esses achados estão alinhados com hipóteses anteriores, que relacionavam micronutrientes ao humor e bem-estar nessa fase do ciclo menstrual.

Contudo, ainda não é possível emitir recomendações conclusivas para a prática clínica. São necessários mais ensaios de alta qualidade, com protocolos padronizados e melhor avaliação dos níveis basais dos nutrientes.

Confira o artigo na íntegra: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38684926/

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