{"id":2486,"date":"2025-07-01T07:00:00","date_gmt":"2025-07-01T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/alliviciblog.azurewebsites.net\/?p=2486"},"modified":"2025-06-29T19:40:54","modified_gmt":"2025-06-29T22:40:54","slug":"cuidado-nutricional-alergias-alimentares-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.allivici.com\/index.php\/2025\/07\/01\/cuidado-nutricional-alergias-alimentares-parte-ii\/","title":{"rendered":"Cuidado Nutricional: Alergias Alimentares (Parte II)"},"content":{"rendered":"\n<p>Dando continuidade ao texto anterior, vamos abordar o tratamento nutricional nos principais casos de alergias alimentares. As orienta\u00e7\u00f5es aqui apresentadas s\u00e3o baseadas no recente\u00a0<strong>posicionamento sobre alergias alimentares<\/strong>, publicado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Pediatria.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o diagn\u00f3stico da alergia alimentar seja atribui\u00e7\u00e3o m\u00e9dica,\u00a0<strong>o nutricionista desempenha um papel essencial<\/strong>\u00a0na educa\u00e7\u00e3o alimentar, auxiliando na preven\u00e7\u00e3o de rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas e na redu\u00e7\u00e3o do risco de dist\u00farbios nutricionais, por meio da prescri\u00e7\u00e3o de substitui\u00e7\u00f5es seguras e adequadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A condu\u00e7\u00e3o diet\u00e9tica em casos de alergia alimentar deve ser baseada em: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul><li>A exclus\u00e3o completa dos alimentos respons\u00e1veis pela rea\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica, bem como de seus derivados;<\/li><li>A inclus\u00e3o de alimentos substitutos nutricionalmente adequados e seguros, sem risco de contamina\u00e7\u00e3o;<\/li><li>O apoio no manejo de rea\u00e7\u00f5es agudas, com ajustes na alimenta\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis reatividades cruzadas.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Importante acrescentar que a educa\u00e7\u00e3o nutricional nesses casos tamb\u00e9m envolve esclarecimentos sobre higiene ambiental e dom\u00e9stica, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia dos <strong>cuidados com manipula\u00e7\u00e3o de alimentos<\/strong>. Em casos mais graves a rea\u00e7\u00e3o al\u00e9rgica pode acontecer at\u00e9 por contato com a pele, ou inala\u00e7\u00e3o do al\u00e9rgeno.<\/p>\n\n\n\n<p>A exclus\u00e3o do alimento alerg\u00eanico \u00e9 a base do tratamento diet\u00e9tico, mas, em determinadas situa\u00e7\u00f5es,\u00a0\u00e9 poss\u00edvel <strong>considerar a flexibilidade da dieta<\/strong>. Para isso, \u00e9 fundamental:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Ter a autoriza\u00e7\u00e3o m\u00e9dica para flexibilizar a dieta, al\u00e9m de considerar a fase do tratamento;<\/li><li>Avaliar o n\u00edvel de reatividade e a gravidade dos sintomas, para considerar testar a toler\u00e2ncia alimentar;<\/li><li>Verificar a resposta ao consumo de preparos ou produtos com tra\u00e7os do alimento alerg\u00eanico;<\/li><li>Averiguar se h\u00e1 menor reatividade em prepara\u00e7\u00f5es que passaram por processamento t\u00e9rmico, como alimentos cozidos ou assados.  <\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Existem diversas <strong>manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas<\/strong> das alergias alimentares, como abordado no\u00a0<a href=\"https:\/\/blog.allivici.com\/index.php\/2025\/06\/17\/cuidado-nutricional-alergias-alimentares-parte-i\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">texto anterior<\/a>. Al\u00e9m dos principais alimentos alerg\u00eanicos, a literatura j\u00e1 identifica os <strong>principais componentes<\/strong> respons\u00e1veis pelas rea\u00e7\u00f5es adversas. Confira a imagem abaixo!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Screen-Shot-2025-06-15-at-6.42.34-PM.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2495\" width=\"535\" height=\"578\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Screen-Shot-2025-06-15-at-6.42.34-PM.png 674w, \/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Screen-Shot-2025-06-15-at-6.42.34-PM-278x300.png 278w\" sizes=\"(max-width: 535px) 100vw, 535px\" \/><figcaption><sub>Fonte da imagem: http:\/\/dx.doi.org\/10.5935\/2526-5393.20250003<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Essa descoberta \u00e9 muito importante para as condutas nutricionais e para um planejamento alimentar mais seguro. H\u00e1 pessoas com alergia \u00e0 soja que tamb\u00e9m apresentam rea\u00e7\u00f5es a outras leguminosas, por exemplo. Dessa forma,\u00a0<strong>em casos com sintomas persistentes<\/strong>, uma alternativa poss\u00edvel \u00e9 restringir outros alimentos com potencial de reatividade cruzada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Condutas diet\u00e9ticas para restri\u00e7\u00f5es alimentares em cada cen\u00e1rio: <\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gestantes:<\/strong> diretrizes anteriores recomendavam que gr\u00e1vidas e lactantes evitassem o consumo de determinados alimentos para prevenir o desenvolvimento de alergias nos beb\u00eas. No entanto, uma metan\u00e1lise realizada no Reino Unido em 2018, que reuniu cinco ensaios cl\u00ednicos, concluiu que n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de que a exclus\u00e3o de al\u00e9rgenos alimentares durante a gesta\u00e7\u00e3o esteja associada \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de alergias alimentares nos filhos.<\/p>\n\n\n\n<p><span class=\"has-inline-color has-black-color\"><strong>Lactantes:<\/strong> a dieta de elimina\u00e7\u00e3o deve ser recomendada para a m\u00e3e que oferece aleitamento materno apenas quando o lactente manifestar rea\u00e7\u00f5es com al\u00e9rgenos veiculados pelo leite materno.Se os sintomas forem desencadeados ap\u00f3s ingest\u00e3o do alimento via oral, pela crian\u00e7a, a exclus\u00e3o do alimento da dieta materna n\u00e3o \u00e9 recomendada.\u00a0No entanto, quando houver a exclus\u00e3o de leite de vaca e derivados da dieta materna \u00e9 preciso realizar a suplementa\u00e7\u00e3o da nutriz com c\u00e1lcio e\u00a0vitamina D. <\/span><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o complementar: <\/strong>d\u00e9cadas atr\u00e1s acreditava-se que retardar a introdu\u00e7\u00e3o de alimentos potencialmente alerg\u00eanicos era uma forma eficaz de preven\u00e7\u00e3o. Contudo, como a preval\u00eancia de alergias alimentares continuou a aumentar, especialistas passaram a reavaliar essas diretrizes. Atualmente, recomenda-se que todos os beb\u00eas, independentemente do risco, sejam expostos a todos os grupos alimentares at\u00e9 os doze meses de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>A EAACI (European Academy of Allergy and Clinical Immunology) publicou <strong>recomenda\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para a introdu\u00e7\u00e3o de ovo e amendoim em popula\u00e7\u00f5es com alta preval\u00eancia de alergia <\/strong>a esses alimentos. Para o amendoim, a sugest\u00e3o \u00e9 o consumo de 2g de prote\u00edna do alimento uma ou mais vezes por semana. J\u00e1 para o ovo, recomenda-se iniciar com meia unidade de ovo cozido (cozido por 10 a 15 minutos), duas vezes por semana. A introdu\u00e7\u00e3o do ovo deve preceder a do amendoim, uma vez que a sensibiliza\u00e7\u00e3o ao ovo tende a ocorrer antes.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Screen-Shot-2025-06-15-at-6.42.57-PM-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2508\" width=\"542\" height=\"633\" srcset=\"\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Screen-Shot-2025-06-15-at-6.42.57-PM-1.png 630w, \/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Screen-Shot-2025-06-15-at-6.42.57-PM-1-257x300.png 257w\" sizes=\"(max-width: 542px) 100vw, 542px\" \/><figcaption><sub>Fonte da imagem: http:\/\/dx.doi.org\/10.5935\/2526-5393.20250003<\/sub><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Outras considera\u00e7\u00f5es: <\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul><li>N\u00e3o h\u00e1 recomenda\u00e7\u00e3o para testagem de IgE espec\u00edfica para alimentos como conduta de rotina na introdu\u00e7\u00e3o alimentar;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>A introdu\u00e7\u00e3o alimentar deve respeitar os h\u00e1bitos da fam\u00edlia, permitindo que a crian\u00e7a tenha contato com todos os grupos alimentares entre os seis e doze meses de vida;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Na impossibilidade do aleitamento materno exclusivo, n\u00e3o h\u00e1 recomenda\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel nem contr\u00e1ria ao uso de f\u00f3rmula infantil \u00e0 base de leite de vaca ap\u00f3s a primeira semana de vida, com o intuito de prevenir alergias;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Revis\u00f5es de estudos demonstraram que a introdu\u00e7\u00e3o de f\u00f3rmulas \u00e0 base de leite de vaca ap\u00f3s a primeira semana de vida n\u00e3o teve impacto consistente na preven\u00e7\u00e3o de alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca na inf\u00e2ncia.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Restri\u00e7\u00f5es alimentares desnecess\u00e1rias, especialmente na inf\u00e2ncia, est\u00e3o associadas a\u00a0<strong>preju\u00edzos sociais e psicol\u00f3gicos<\/strong>. Por isso, \u00e9 fundamental que o diagn\u00f3stico m\u00e9dico seja assertivo e que a orienta\u00e7\u00e3o nutricional seja igualmente bem conduzida.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos pais\u00a0<strong>evitam oferecer<\/strong>\u00a0alimentos conhecidos por seu potencial alerg\u00eanico (como ovo, leite, castanhas, entre outros) por medo do desenvolvimento de alergias em seus filhos. No entanto, al\u00e9m de gerar restri\u00e7\u00f5es desnecess\u00e1rias, essa pr\u00e1tica reduz a\u00a0<strong>exposi\u00e7\u00e3o alimentar<\/strong>\u00a0da crian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de parecer contradit\u00f3rio, a menor exposi\u00e7\u00e3o a um al\u00e9rgeno&nbsp;<strong>n\u00e3o oferece prote\u00e7\u00e3o<\/strong>. Um estudo muito relevante demonstrou que o&nbsp;<strong>aumento da diversidade alimentar<\/strong>&nbsp;no primeiro ano de vida&nbsp;<strong>reduz as chances de desenvolvimento de alergias<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados dessa pesquisa indicaram que, para cada alimento alerg\u00eanico adicional consumido entre os seis e doze meses, houve uma\u00a0<strong>redu\u00e7\u00e3o de 33,2% na probabilidade<\/strong>\u00a0de desenvolvimento de alergias alimentares nos primeiros 10 anos de vida. Confira o estudo:\u00a0<a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32004745\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32004745\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o documento em quest\u00e3o tamb\u00e9m apresenta diversas informa\u00e7\u00f5es sobre&nbsp;<strong>introdu\u00e7\u00e3o alimentar, alimenta\u00e7\u00e3o escolar e alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca (APLV)<\/strong>. Al\u00e9m da abordagem te\u00f3rica, h\u00e1 v\u00e1rias orienta\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recomendamos que os nutricionistas que atuam com essas demandas se aprofundem na leitura! Confira o material completo:<\/strong> <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/asbairj.org.br\/atualizacao-em-alergia-alimentar-2025-asbai-e-sbp\/\" target=\"_blank\">https:\/\/asbairj.org.br\/atualizacao-em-alergia-alimentar-2025-asbai-e-sbp\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que acharam do nosso resumo? At\u00e9 a pr\u00f3xima!<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em continuidade ao texto anterior, vamos falar sobre o tratamento nutricional nos principais casos de alergias alimentares. As orienta\u00e7\u00f5es apresentada s\u00e3o baseadas no recente posicionamento sobre alergias alimentares, publicado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Pediatria.<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":2487,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"spay_email":""},"categories":[2],"tags":[417,334,115],"jetpack_featured_media_url":"\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Capas-Blog-2-1-e1751222462500.png","jetpack-related-posts":[{"id":2458,"url":"https:\/\/blog.allivici.com\/index.php\/2025\/06\/17\/cuidado-nutricional-alergias-alimentares-parte-i\/","url_meta":{"origin":2486,"position":0},"title":"Cuidado Nutricional: Alergias Alimentares (Parte I)","date":"17 de junho de 2025","format":false,"excerpt":"Confira o nosso resumo sobre o recente posicionamento sobre alergias alimentares publicado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Pediatria.","rel":"","context":"Em &quot;Atualidades&quot;","img":{"alt_text":"","src":"\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/2-e1750022254692.png","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":1167,"url":"https:\/\/blog.allivici.com\/index.php\/2022\/07\/07\/alergias-qual-e-o-papel-do-nutricionista\/","url_meta":{"origin":2486,"position":1},"title":"Alergias: qual \u00e9 o papel do nutricionista?","date":"7 de julho de 2022","format":false,"excerpt":"Algumas mudan\u00e7as na rotulagem dos alimentos come\u00e7ar\u00e3o a ser vistas na em breve. 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